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Cuscuz Paulista

Cuscuz Paulista
Cuscuz Paulista

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Ingredientes (13)



Preparo

  • 1. Doure o alho e a cebola picadinha em duas colheres de sopa de óleo, acrescente o molho de tomate, a água e os dois tabletes de caldo de legumes. Deixe levantar fervura. Depois abaixe o fogo e acrescente as ervilhas, o milho verde, as azeitonas verdes picadas, as sardinhas, o cheiro-verde picado, e por fim, vá acrescentando aos poucos as duas xícaras e meia de flocos de milho. A consistência não deve ser muito grossa. Desligue.
  • 2. Montagem do Cuscuz:
  • 3. Unte uma fôrma redonda com buraco no meio e forre toda a superfície interna com rodelas de tomate, fatias de pimentão verde e vermelho, 2 ovos cozidos em rodelas e 1 lata de sardinha.
  • 4. Agora despeje a massa na fôrma e leve ao forno médio pré-aquecido por apenas 10 minutos.
  • 5. Variações: Substitua a sardinha por camarões, atum, calabresa ou carne seca desfiada... use e abuse da imaginação amigo(a)
  • 6. Obs.: Na hora de colocar as sardinhas na panela aproveite todo o conteúdo das latinhas, isso vai dar mais sabor ao prato.
A História do Cuscuz O cuscuz tem origem no Norte da África, e é feita com sêmola moída e cozida no vapor. Pode ser servida com carne ou peixe, legumes e embutidos, e recebeu novos ingredientes e importância histórica em terras paulistas, entre os séculos XVII e XVIII. Os tropeiros, que partiam da capital para a exploração do interior do Estado e em direção às minas das Gerais para comercializar seus produtos, costumavam levar em seus recipientes de alimentos farinha de milho com galinha, feijão ou milho. Durante a viagem, a farinha de milho absorvia o caldo do frango e os ingredientes se misturavam formando um virado. Mais tarde, ele foi chamado de cuscuz paulista. Não há registros precisos sobre como o cuscuz se espalhou pelo mundo e se tornou uma receita tão querida e popular. Uma das hipóteses é a de que o prato teria chegado à Europa com a invasão muçulmana à Península Ibérica, no século XIII. Livros de receitas da época comprovam a assimilação. De lá, os judeus sefarditas europeus, tendo incorporado o cuscuz à mesa, levaram o prato para os locais em que se exilaram, como Itália e Oriente Médio, após serem expulsos da Península Ibérica, em 1492, na época da Guerra Santa. No sul há o cuscuz paulista e também o mineiro, com recheio de peixe esfiado, crustáceos, molho espesso de tomates, constituindo refeição substancial. Sempre de milho. Fonte da História: Uma revistinha antiga minha. Crédito da receita: By Betechef.

Tempo de preparo: 1 hora
Rendimento: 8 porções

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